domingo, 16 de maio de 2010

Viver em Sociedade: Pensar n’Amizade!


A rubrica que coloca em debate a sociedade está de pedra e cal no blog e os domingos já não seriam os mesmos sem uma análise ao que se passa à nossa volta. Hoje abordo um tema que a todos diz respeito, no entanto são muito poucos os que podem dizer que têm aquilo de que hoje se fala: amigos!
As amizades são uma constante na nossa vida, sendo as verdadeiras poucas e de longa duração. Muitas vezes não são reconhecidas, acabando por ser preciso que algo de muito mau aconteça para que sejam reconhecidas.             
Colegas, como muitos fazem questão de frisar, existem muitos e vão e vêm conforme as estações, conforme as fases da vida. Há quem não saiba fazer tal distinção e por esse simples facto acabe por sofrer mais tarde, no entanto, lá iremos, mais tarde…
Grupos de amigos, verdadeiros amigos, são aqueles em quem se pode depositar tudo aquilo que nos atormenta e nos faz feliz. Não há um bom amigo que se negue a ajudar, a ser conselheiro, a ser mais do que amigo, a ser um irmão. Contam-se pelos dedos das mãos os bons amigos de muita gente. Geralmente não passam de dez, havendo quem tenha apenas um. Amigos de infância, são por norma os que perduram no tempo, mas são outros amigos que vão surgindo nas etapas fulcrais da nossa vida que nos orientam a ser o que somos hoje. Quem nunca se apoio num amigo sempre que precisou? Agradeceu mais tarde? Ele disse alguma coisa? São pequenas perguntas que podemos fazer e responder para obter a informação que queremos. 
 Afinal quantos amigos, verdadeiros amigos, tenho? Não são amigos de curtição, amigos de noitadas, ou amigos de desnorte. São amigos, verdadeiros amigos, daqueles que mal nós precisamos nos estendem a mão, daqueles que não é preciso falar para saberem o que se passa, dos que sabem mais de nós do que nós próprios, dos que nos ralham e dão nas orelhas, dos que caem a nosso lado e crescem ao nosso nível, dos que ficam felizes com as nossas vitórias e tristes com as derrotas, dos que não nos ignoram em momento algum e nos amam tanto quanto se amam. Desses, verdadeiros amigos, quantos temos? Desafio-vos a pensar sobre isso e a deixar comentário. Será que estou redondamente enganado ou perdidamente certo? Afinal, quantos amigos têm e de quantos amigos és realmente amigo? 

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