domingo, 7 de dezembro de 2008

Sabe Quem É...Catarina Avelar?

Actriz portuguesa, nascida em 1942. Após ter frequentado o Conservatório, integrou o elenco do Teatro Avenida em 1967, onde foi colega de Carmen Dolores, Rogério Paulo, Fernanda Alves e Henrique Santos. Na década de 70, foi presença assídua em peças de tele-teatro e, em 1976, ingressou nos quadros do Teatro Nacional Dona Maria, onde se destacou em peças como Há Tanto Tempo (1978), de Harold Pinter, onde contracenou com Graça Lobo e Curado Ribeiro, e Falar Verdade a Mentir (1999), de Almeida Garrett, ao lado de Rui Mendes e João Grosso. Na televisão, interpretou diversas telenovelas como Origens (1984), Na Paz dos Anjos (1994) e Amanhecer (2002), para além de séries como Queridas e Maduras (1995), Ballet Rose (1998) e a sitcom Cuidado Com as Aparências (2000), onde deu corpo à deliciosa Jacinta Bimbot. Actualmente podemos vê-la em Conta-me como Foi, na RTP1, no papel de Dona Hermínia.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Manuel Luis Goucha assume relação!

Numa altura em que cada vez mais se fala em "saír do armário", e o quão importante seria as figuras públicas darem o seu contributo, assumindo a sua homossexualidade, eis que o conhecido apresentador Manuel Luis Goucha, assume a sua relação homossexual com o seu sócio do restaurante Em Banho Manel, o Rui Oliveira. Foi uma surpresa, pelo risco que assume, pessoal e profissionalmente falando, mas hoje em dia, e no caso concreto do Goucha, a sua posição e respeito não são beliscadas por estas revelações, bem pelo contrário, mostram uma coragem de louvar..

Moniz: "A SIC tem dor de cotovelo"

José Eduardo Moniz continua a ser um homem sem papas na língua. No dia em que apresentou "Equador", a série televisiva mais cara até hoje produzida em Portugal, o director-geral da TVI não se esqueceu de referir que a concorrência está cheia de inveja do bom desempenho do seu canal.
Há alguns meses, o actor Virgílio Castelo, que também é consultor para a ficção da SIC, afirmou que a ficção nacional (leia-se, a da TVI) não reflectia a realidade social, mas que esse panorama estava prestes a mudar com a chegada da telenovela "Podia Acabar o Mundo". Tal declaração provocou muita polémica na altura e ainda não está esquecida.
Esta semana, Moniz lembrou-se dela e mandou, mais uma vez, um recado a Virgílio Castelo: "Quem diz essas coisas só tem dor de cotovelo, não sabe do que fala", começou ele por dizer.
O director da TVI considera que aqueles que fizeram tais comentários "são pessoas frustradas" e que isso só acontece "porque nunca aprovámos projectos dessas pessoas ou porque não têm qualidade para entrar na ficção que a TVI faz."
Arrumado este assunto, José Eduardo Moniz fartou-se de referir como está orgulhoso de ver a série "Equador" pronta a estrear - o que irá acontecer a 21 de Dezembro.
"Foi complicado fazer esta série, porque envolveu grandes meios financeiros, técnicos e humanos. Desde o momento da decisão de fazer ‘Equador' até à sua conclusão, foi necessária muita energia e força de vontade. Espero que os telespectadores reconheçam esse empenho numa coisa tão grandiosa", disse Moniz.
José Eduardo Moniz espera que o investimento feito na série de 26 episódios valha a pena. Só o FICA (Fundo de Investimento para o Cinema e o Audiovisual) cedeu quase 2,5 milhões de euros para a série baseada no livro de Miguel Sousa Tavares. A TVI não quis avançar quanto disponibilizou para a produção, mas não investiu tanto como o FICA. "O apoio deles foi muito, muito significativo", observou José Eduardo Moniz.

Liliana Aguiar quer novela

A apresentadora Liliana Aguiar do programa das madrugadas da TVI, Sempre a Somar quer neste Natal receber uma prenda especial na área do pequeno ecrã.
"Fiz um workshop na NBP e correu-me muito bem. Estou agora à espera de uma resposta. Espero que apareça no meu sapatinho de Natal um papel para uma novela", são estas as palavras que Liliana Aguiar revelou ao portal SapoFama.
Sendo a apresentadora com mais tempo nos programas das madrugadas das nossas televisões, Liliana quer mais e sente-se capaz de assumir um novo projecto seja ele na área da apresentação ou representação. Segundo Liliana, "Gosto de fazer coisas diferentes e agora sinto-me preparada para fazer outro tipo de programa. Tenho mesmo o desejo de fazer alguma coisa diferente. A televisão faz com que queiramos sempre mais. É um vício, por isso agora tenho de alimentá-lo". Para a apresentadora o ideal seria a área da representação com que sempre sonhou, mas se isso não acontecer gostaria de ter um programa "com mais conteúdo, com convidados e noutro horário".

'' Contemporâneos'': 3ª série em Abril de 2009...

Os Contemporâneos prepararam-se para uma terceira série que vai estrear em Abril de 2009, anunciou ontem José Fragoso, director de Programas da RTP1, no lançamento do DVD com os sketches da primeira temporada desta série de humor.
"Portugal é um país muito inspirador para se fazer humor", disse Nuno Markl na apresentação do DVD da primeira série do programa ''Os Contemporâneos''. Bem-disposto, o elenco admitiu que não encara os outros programas de humor como concorrência e que as críticas são construtivas
"Este é um programa que nasce da vontade de fazer um conteúdo humorístico. Já conseguimos duas séries e é um projecto que se diferencia na área", disse o director.
As personagens "contemporâneas" já conquistaram o seu lugar. Que o diga Nuno Lopes quando interpreta aquele que ficou conhecido como o "chato". "A personagem era para ser uma pessoa normal, mas chata. Mas depois mudámos, porque se fosse totalmente normal... levava um murro", conta o actor. Já Nuno Markl, autor da personagem, afirma que o "chato" "é uma pessoa ultracontemporânea e ultranacional porque é típico do português mandar os outros trabalhar enquanto o próprio não faz nada".
A equipa é composta por Bruno Nogueira, Carla Vasconcelos, Dinarte Branco, Manuel Marques, Eduardo Madeira, Nuno Lopes e Nuno Markl e a mais-valia deste trabalho conjunto advém do facto de terem máxima liberdade para produzir, segundo disse Nuno Artur Silva, director das Produções Fictícias.

Mas porque é tão importante existir humor em Portugal? Nuno Markl responde: "Portugal é muito inspirador, apesar de curto em termos de pessoas 'gozáveis'." "Em alturas de crise é importante haver humor para a comentar", acrescenta.
Bruno Nogueira considera o humor como " uma forma de assimilar o dia-a-dia, uma maneira diferente de ver as coisas". Este humorista recorda o sketch do casamento gay cigano como um dos que lhe deu especial prazer. Mas este foi um episódio que gerou polémica. Como estão habituados a lidar com as críticas? "Geram- -se sempre críticas. Mesmo se for um ecrã branco com um de nós de pé, as pessoas vão criticar porque devia estar sentado", responde.
O argumentista Nuno Markl sustenta esta resposta e diz que "a partir de críticas negativas consegue-se melhorar muitas coisas".
A propósito de outros programas de humor como Zé Carlos ou Telerural, estes humoristas não os vêem como concorrência. Markl acrescenta que, aliás, têm "uma relação muito boa". "As pessoas é que gostam sempre de uma coisa em detrimento de outra", justifica Bruno Nogueira.